San Carlos de Bariloche é uma cidade da Argentina localizada na Província de Río Negro, junto à Cordilheira dos Andes na fronteira com o Chile. Está rodeada por lagos (Nahuel Huapi, Gutiérrez, Mascardi) e montanhas, como o Cerro Tronador (3354 m de altitude, na fronteira com o Chile), o Cerro Catedral (movimentada estação de esqui) e o Cerro López. Possui cerca de 80 mil habitantes.
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Está situada a 770 metros acima do nível do mar e conta com uma população fixa de 100.000 habitantes. Com um movimento anual de turistas próximo dos 650.000, ela oferece todo tipo de acomodação. O turista pode hospedar-se no centro e assim desfrutar do agito noturno das cafeterias e restaurantes ou então buscar algo um pouco fora da cidade e mais exclusivo, como o da foto. No caso de “bungalows” ou “cabañas” tem-se uma saleta e cozinha próprias, o que pode ser interessante se pretender ficar por lá um maior tempo. O verão abre um leque de opções de turismo de aventura muito variado também: caminhada, mountain bike, cavalgadas e rafting são apenas algumas das atividades disponíveis.
A principal atividade econômica de Bariloche é o turismo. Além das montanhas onde se podem praticar esqui e "snowboard" (Cerros Catedral e Tronador) destacam-se o Parque Nacional Nahuel Huapi, a travessia dos lagos andinos até o Chile, a Isla Victoria (no lago Nahuel Huapi), a região de El Bolsón (ao sul da cidade), a Colonia Suiça (em meio a bosques, na qual se situa um museu que conta a imigração suíça para a região) e os percursos turísticos chamados Circuito Chico e Circuito Grande, com paradas em vários pontos de onde se têm vistas panorâmicas dos bosques e montanhas ao redor da cidade. Seu comércio voltado para o turismo é principalmente de artigos de lã, couro e chocolates. Para os interessados em turismo de aventura, há opções de "rafting", cavalgadas, "parapente" e ciclismo de montanha.
Todo o movimento turístico de Bariloche gira em torno do Centro Cívico, construído há mais de 50 anos com pedras e madeira da região. Para os que gostam de música, é o lugar certo para assistir a shows gratuitos. Neste local existe o Museu da Patagônia, inaugurado em 1.940, que conta com salas sobre ciências naturais, pré-história e fauna/flora. Vale a pena conferir. Em termos de compras, as opções vão desde o já famoso chocolate caseiro (nem sempre uma boa pedida no verão) até roupas e artesanato local.
CIRCUITO CHICO
Este é um dos passeios mais tradicionais e o trajeto todo é de 65 km. Um dos pontos de maior beleza é a subida de teleférico ao Cerro Campanario. Do alto de seus 1.050 metros tem-se uma visão fabulosa dos lagos e das montanhas que circundam a cidade. A Colonia Suiça é outro ponto muito interessante: trata-se de uma comunidade agrícola iniciada pelos imigrantes que abriu suas portas para o turismo. O acesso ao local não é asfaltado mas compensador. Durante o almoço você irá saborear pratos preparados com produtos elaborados pelas famílias locais.
CIRCUITO GRANDE
Os 240 km do Circuito Grande levam-nos a lugar\es encantados como o da foto, onde a presença de turistas não é tão grande como em Bariloche. Villa La Angostura e Villa Traful são duas boas opções de hospedagem, ambas localizadas nas margens de lagos. Algumas “cabañas”, como estas, oferecem a vantagem extra de uma praia própria, fundamental para quem quer distância do agito. A cidade de San Martín de Los Andes é outra opção distante 200 km de Bariloche. Estes e outros passeios constam dos folhetos distribuídos nos postos de atendimento ao turista, que diga-se de passagem, são muito bem estruturados na Argentina. |
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